“Estamos em processo de modificação do sistema de governança e esperamos modernizar a forma de trabalho dentro dos hospitais do Estado. Há uma precarização histórica do serviço de saúde, já que grande parte dos profissionais é terceirizada ou trabalha por cooperativas. Isso é ruim não só para o profissional, que fica sem acesso a um plano de carreiras, mas também para a população, que não tem à disposição um corpo clínico fixo que a atenda”, destaca Dr. Cabeto.
Segundo ele, a metodologia do concurso ainda está sendo estudada para definir, por exemplo, qual forma de contrato será executada. "Atualmente, uma parte da gestão está sendo feita por uma Organização Social (OS), que é o Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH), mas a ideia é ter outra metodologia, onde o sistema seja verticalizado, com plano de carreira para todas as profissões. Para isso, é preciso que haja vínculos empregatícios, ou seja, fazer com que um indivíduo que trabalhe para um pequeno município tenha o mesmo vínculo de um que trabalhe para o Estado”, exemplifica.
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