O chefe substituto da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários (Delefaz), delegado federal Leonardo Pordeus Barroso, revela que “hoje, com a facilidade por Internet e com a diminuição do custo de impressoras e equipamentos de informática, o cidadão, sem gastar muito, consegue fabricar cédulas em casa, com boa qualidade e capaz de enganar o cidadão desatento”.
De acordo com o investigador, a maioria das notas falsas são compradas em redes sociais e enviadas por correspondência pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), conhecida como Correios. A reportagem questionou à empresa sobre o uso do serviço de correspondência para práticas ilícitas e as medidas de segurança adotadas, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.
O perito criminal federal, da PF no Ceará, Virgilio Mathieson Tavares, afirma que o público em geral precisa conhecer a moeda nacional. Tavares recomenda que as pessoas acessem o site do Banco Central ou instalem o aplicativo Dinheiro Brasileiro, desenvolvido pelo BC, que explicam detalhadamente cada mecanismo de segurança de todas as cédulas de real e auxiliam na comparação de uma nota suspeita com um modelo autêntico.
Diário do Nordeste