A Justiça, contudo, indeferiu os pedidos, conforme informou o secretário da Segurança Pública, André Costa, durante coletiva de imprensa. Foi determinado, contudo, que Vicente Félix utiliza tornozeleira eletrônica e mantenha-se em área restrita de monitoramento.
Um outro pedido de prisão foi deferido, referente ao possível executor de João Gregório. O suspeito encontra-se foragido e teria agido a mando de Ticiano Tomé e Vicente Félix.
O prefeito assassinado e o atual prefeito, que assumiu a gestão no município no dia 27 de dezembro, estavam rompidos politicamente há mais de 8 meses, após o grupo de Vicente Tomé, pai de Ticiano Tomé, fazer denúncias contra João do Povo.
Conforme a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a Polícia conseguiu reunir provas que indicam que o crime teve relação à desavença política entre a vítima e outros políticos. Durante as investigações, feitas pelo Departamento de Polícia Judiciária do Interior Sul (DPJI SUL),
um veículo modelo Chevrolet S10, de propriedade de um parente de Vicente Félix, documentos e aparelhos celulares foram apreendidos na casa do atual prefeito e do pai, que moram juntos.
Diário do Nordeste