Elisângela, que foi presa em novembro do ano passado, não apresentou exame que comprovasse gravidez, informou a SAP. Além disso, no dia 2 de janeiro, data que Elisângela sofreu a agressão, ela foi atendida em um hospital da rede particular de Fortaleza e, nos exames, foi comprovado que ela não estava grávida.
A SAP ainda se pronunciou sobre o depoimento da interna que agrediu Elisângela, informando que medidas administrativas serão realizadas depois que o inquérito policial for finalizado. Conforme uma fonte da Polícia Civil, um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) foi realizado e é investigado se o caso de agressão foi uma armação. A advogada teria pedido para ser agredida. A ideia era que Elisângela conseguisse a prisão domiciliar.
O POVO Online