Segundo o presidente do SindiUVA, Marcel Cunha, as instalações não passam por reforma há muito tempo, apesar das constantes denúncias e solicitações, tanto dos servidores quanto dos estudantes.
A infestação de cupins por toda a estrutura é visível. Rachaduras nas salas, goteiras, instalações elétricas, ventiladores e aparelhos de ar condicionado com defeito, portas, cadeiras e demais peças do mobiliário danificadas, enfim, a situação de abandono da UVA é revoltante”, desabafa a professora Amélia André, da diretoria do SindiUVA, que alerta: “o forro de diversos prédios do campus Betânia está comprometido. Hoje, madeira podre quase caiu sobre os estudantes. Nos perguntamos até quando, por negligência, o governo do estado continuará pondo a vida dos estudantes em risco. Ninguém sabe o que pode acontecer nas próximas chuvas”.
A situação de degradação dos campi da UVA é uma das motivações do estado de greve aprovado pelos professores na última quinta-feira (16).