De acordo com a reportagem a secretária informou ser “uma infecção de pele oportunista, que ocorre quando já existe uma lesão de pele tipo escabiose. As análises laboratoriais feitas pela CGVS (Coordenação Geral de Vigilância em Saúde) descartaram a hipótese de bactéria não identificada”.
Nos últimos dias, o Ministério Público estadual tem denunciado superlotação e falta de higiene nas celas, que têm até 15 presos em um espaço de 6 metros quadrados. Nessa segunda (20), a CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos) publicou nota dizendo que sabia do problema e cobrando soluções das autoridades responsáveis.