Bolsonaro afirmou que tem falado com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, e que não vai se “precipitar” em relação ao ocorrido, mas lançou alternativas que incluem, segundo ele, a possibilidade de uma sabotagem.
“Está complicado, eu tenho conversado com ele [Abraham Weintraub] para ver o que está acontecendo. Se realmente foi uma falha nossa, se tem uma falha humana, sabotagem, seja lá o que for, temos que chegar no final de linha e apurar isso aí. Eu não quero me precipitar e dizer o que deve ter acontecido com o Enem”, disse o presidente ao chegar ao Palácio da Alvorada.
A situação do Enem se complicou a partir da divulgação de notas erradas no sistema de verificação do MEC, falha admitida pelo Ministério no dia 19 de janeiro. Desde então, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) já informou sobre a revisão de provas corrigidas com o gabarito errado e negou quaisquer outras falhas no sistema.
No entanto, a Defensoria Pública da União entrou com uma ação para suspender a divulgação dos resultados do SiSu por causa dos 5.974 candidatos que receberam notas erradas, e exigiu que o Ministério explicasse como realizou a correção.