A cachoeira possui uma queda d'água de 130 metros e voltou a jorrar em janeiro deste ano, após chuvas da pré-estação.
“A maior preocupação recai sobre a Bica do Ipu, que era perene e hoje é sazonal. Houve desmatamento, queimadas, incêndios na região, que também tem uma atividade agrícola muito forte. Então, temos que preservá-la”, ressalta Tatiana Angelo, gestora da APA. Durante aproximadamente 1 ano, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará (Cogerh) realizaram os estudos para operacionalizar a intervenção.
G1 CE