Segundo o procurador-geral de Justiça do Estado, Manuel Pinheiro, há impedimentos legais para que as negociações sejam feitas com os representantes indicados pelos policiais paralisados. "Não se pode sentar à mesa com uma pessoa que esteja nesta condição", afirmou. Unanimemente, todos os poderes e os observadores concordaram em rejeitar os nomes como interlocutores.
Durante a coletiva, a comissão ainda apontou falhas nos 18 pontos reivindicados pelos policiais militares amotinados, em pauta apresentada na primeira reunião, realizada nesta quinta-feira (27).
A anistia e a reestruturação salarial eram os pontos que, a pedido dos PMs, deveriam seriam tratados como prioridade na negociação. Entretanto, segundo Manuel Pinheiro, não haverá concessão de anistia aos policiais.
Diário do Nordeste