O funcionário da Câmara Municipal foi morto com um disparo na cabeça, efetuado por Cláudio de dentro do seu carro por uma espingarda calibre 12, a aproximadamente oito metros de distância. Os estilhaços da bala também atingiram as paredes do estabelecimento.
Em seu depoimento, afirmou que não estava alcoolizado e confirmou a discussão que houve anterior, inclusive, em que foi atingido com um soco, e num momento de fúria, foi até sua casa, se armou e retornou, onde praticou o crime. Logo após, ele se desfez da arma no Rio Jacurutu e em seguida, fugiu para a zona rural do município,
onde esteve recolhido neste período.
O inquérito deverá ser finalizado pelos próximos dias pelo delegado Igor Vasconcelos e então, remetido à Justiça. Enquanto isso, ele aguardará a denunciação em liberdade.