De acordo com o delegado regional Daniel Aragão, o estudante do turno da tarde, costumeiramente frequenta a biblioteca do IFCE, e usa livros para despistar a ação, que consiste em praticar masturbação colocando seu órgão genital entre os livros ao ver as alunas que também frequentam o ambiente de pesquisa.
Esse tipo de assédio se tornou crime em setembro de 2018, que consiste em praticar contra alguém e sem a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro. A pena de reclusão varia de um a cinco anos.
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