O ex-ministro estava em um sítio com o filho quando se sentiu mal, por volta das 4h. Ele ainda foi socorrido para o Hospital das Clínicas de Teresópolis. Segundo a Polícia Civil, o corpo foi levado ao IML, apesar de laudo ter confirmado infarto fulminante como a causa da morte, devido a uma lesão no rosto, resultado de um tombo no banheiro.
O ex-ministro foi coordenador da campanha de Jair Bolsonaro em 2018 e se aproximou do presidente no início de 2017 como um admirador e eleitor. Ele se tornou presidente nacional do PSL quando Bolsonaro ingressou no partido.
Ao assumir a Secretaria-Geral da Presidência, foi alvo de críticas do filho do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), e da ala ligada ao grupo do guru Olavo de Carvalho. O ex-ministro foi o primeiro a ser demitido, em fevereiro do ano passado, no auge da crise das candidaturas-laranjas.