Ainda conforme André Costa, os proprietários da carga negociavam as máscaras hospitalares em redes sociais e no aplicativo de mensagens WhatsApp. O material apreendido foi levado ao 19º Distrito Policial, que investiga o caso.
A Polícia Civil apura como os suspeitos tiveram acesso ao material hospitalar, que não estava no local no momento da apreensão. O material foi apreendido em meio à escassez do produto em farmácias devido à pandemia de coronavírus.
G1 CE