"A decisão prioritária é a de cuidar das vida das pessoas, não esquecendo da responsabilidade de administrar a economia dos estados. É um momento de união, de se esquecer diferenças políticas e partidárias. Acirramentos só farão prejudicar a gestão da crise", afirma o documento.
Os governadores ainda cobraram do Executivo federal que seja estabelecida uma solução para os trabalhadores informais e autônomos. Para eles, é preciso uma coordenação e cooperação nacional para proteger empregos e a sobrevivência dos mais pobres.
A adoção de medidas de restrição de circulação, como o decreto estadual do governador Camilo Santana, devem continuar vigentes, segundo o documento.
O POVO Online