Em nota divulgada no site da agência, organizadores justificam campanha voltada para as favelas porque “o dinheiro em espécie ainda é a forma de pagamento mais usada” nelas, citando ainda um alerta feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o risco de transmissão da doença por meio do contato com o dinheiro. O papel moeda, de acordo com OMS, “troca de mão frequentemente e pode acumular todos os tipos de vírus e bactérias”.
Dessa maneira, idealizadores apontam como principal alternativa o “dinheiro no celular”, solicitando que o papel moeda seja tirado de circulação nas favelas e que sejam incentivados somente pagamentos ou transferência de forma digital. “Estamos vivendo uma guerra, onde a união e estratégia são fundamentais para evitar a morte de milhões de pessoas”, destacam.
O avanço nas periferias preocupa devido ao difícil acesso a serviços básicos que moradores das regiões possuem, assim como as situações de aglomerações comuns em favelas.
O POVO Online