O interesse coletivo na estratégia de Dino vem após o governo maranhense colocar em prática uma verdadeira operação de guerra para levar ao estado em tempo recorde 107 respiradores e 200 mil máscaras compradas da China em março.
Com a ajuda de uma importadora maranhense, Dino negociou diretamente com uma empresa chinesa, que enviou os equipamentos e suprimentos médicos para a Etiópia, escapando da rota que passaria pela Europa – onde poderia ser desviada.