Segundo o Ministério da Cidadania, como muitas pessoas sequer receberam a primeira parcela, seria necessária a abertura de crédito suplementar para garantir a antecipação da segunda parcela, além do pagamento da primeira.
"Por fatores legais e orçamentários, pelo alto número de requerentes que ainda estão em análise, estamos impedidos legalmente de fazer a antecipação da segunda parcela do auxílio-emergencial", informou o governo federal.
Na nota, o Ministério da Cidadania não informa a data do pagamento da segunda parcela.
De acordo com a pasta, foi pedido ao Ministério da Economia que faça a "previsão para uma suplementação orçamentaria o mais rápido possível".
G1