"O segundo lote será feito de maneira muito mais eficiente, porque já temos a base das pessoas que receberão [os pagamentos]. Uma parte relevante do que a gente estava pagando eram pessoas que a gente ia montando dentro da base de dados. E, para não esperar um mês para começar a pagar, fomos pagando as pessoas sendo analisadas", afirmou.
Pedro Guimarães ainda disse que há a possibilidade de que o pagamento da próxima parcela — que ainda não tem datas oficiais — seja feito de maneira diferente, justamente para que a demanda muito grande não seja um obstáculo para a população.
A Caixa informou também uma "redução considerável das filas nas agências em todo o país". Em Santa Quitéria, que semana passada tinha aglomeração de pessoas em busca do saque do auxílio emergencial teve sua fila zerada por volta das 10h.
UOL