Os testes realizados são do tipo RT-PCR, método que identifica o coronavírus em até sete dias do início dos sintomas, período em que o vírus ainda está agindo no organismo do paciente.
“Estamos testando em uma quantidade não ideal para o tamanho, magnitude e dinâmica do Brasil, mas é melhor do que nos meses anteriores”, afirmou o secretário substituto de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Macário. Em março, no começo da pandemia no País, a média semanal de testagem era de 8,7 mil. Atualmente, é de 46,1 mil.
O número, porém, ainda é bem distante dos 46 milhões almejados pela pasta ainda para este ano. No último dia 6, o ministério lançou o Programa Diagnosticar para Cuidar, cujo intuito era ampliar a testagem até atingir 22% da população.
Estadão Conteúdo