36% dos entrevistados responderam ser contra o lockdown, 1% é indiferente e 2% não souberam responder. O levantamento foi feito entre segunda (25/5) e terça-feira (26/5) com 2.069 pessoas.
O Nordeste (69%) é a região do Brasil mais favorável à medida, enquanto que o Sul (54%) é a menos favorável. As mulheres também são mais simpáticas à ideia: 68% delas são a favor do lockdown, enquanto 52% dos homens apoiam a medida.
A pesquisa traz o recorte socieconômico. O apoio a medidas mais rígidas de isolamento social é obervado, principalmente, entre os que têm renda menor: 67% das pessoas que recebem até dois salários mínimos são a favor do lockdown. Enquanto apenas 47% dos que recebem mais de 10 salários mínimos concordam com a quarentena radical.
O Datafolha também perguntou o que é mais importante neste momento. Para 65% dos entrevistados é manter as pessoas em casa para impedir que o coronavírus se espalhe mesmo que isso prejudique a economia e cause desemprego; 28% responderam que o mais importante é acabar com o isolamento das pessoas em casa para estimular a economia e impedir o desemprego, mesmo que isso ajude a espalhar o coronavírus; e 7% não souberam responder.