Os espaços estão funcionando com apenas 30% da sua capacidade, somente por agendamento de horários e com distanciamento mínimo entre cada um, de 2 metros. Equipamentos estão sendo higienizados com frequência, além da medição de temperatura, totens de álcool em gel espalhados pelo ambiente e o uso obrigatório da máscara durante a atividade.
Com o retorno gradual, especialistas têm alertado sobre a escolha e o manuseio das máscaras e a a readaptação aos treinos. Cuidados como não tocar no acessório durante as atividades e recorrer a materiais mais leves são necessários para que as atividades físicas sejam realizadas de maneira confortável e segura.
Independentemente de ser atleta ou não, é importante começar com calma. Além de os músculos terem passado longo período em estado de repouso, o uso da máscara provoca alterações fisiológicas. A utilização do equipamento na hora de se exercitar provoca ativação da musculatura das costelas e do abdômen, fazendo com que essas regiões trabalhem mais rápido, o que acelera a fadiga da musculatura respiratória. Portanto, é fundamental seguir as orientações de especialistas para readaptação dos treinos.
O ideal é iniciar com testes na esteira para saber como se comporta a frequência cardíaca e a percepção de esforço com ou sem a máscara. Os treinos devem ser reduzidos para intensidade menor do que a habitual antes da pandemia.
Na musculação, o parâmetro de medida é a carga utilizada nos equipamentos. Nesse caso, o educador físico recomenda avaliação prévia do nível de força do atleta ou praticante, que, ao parar de treinar, deve ter perdido condição física.