
Clayton era dono de uma sorveteria e começou a pensar em uma forma de equilibrar as vendas no inverno paulista, quando a procura por sorvete diminui. Ainda em 2017, ele pediu para sua mulher, Camilla Maróstica Rizzo Quintiliano, desenvolver a receita. A família inteira testou e aprovou. “Queria fazer coxinha, mas num formato que tivesse a ver com o conceito da loja”, afirma o empreendedor.
A invenção começou a viralizar só em maio deste ano, quando o também professor de dança ficou impedido de dar aulas presenciais, em seu estúdio de dança, e precisou se reinventar. “É muito difícil parar e fechar as portas”, disse. Foi aproveitando o isolamento social, provocado pela pandemia de Covid-19, que Clayton intensificou a produção. Passou a vender cada picolé por 4 reais e a bandeja congelada por 12. Os recheios são de frango, calabresa, presunto e queijo.
O sucesso foi tanto que o casal até pensa em expandir o negócio, com uma iniciativa de financiamento coletivo.