O MPE requisitou que os alimentos apreendidos fossem distribuídos pela Justiça Eleitoral, para que não houvesse favorecimento a candidatos e o consequente desequilíbrio do pleito.
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O MPE havia apreendido cerca de cinco toneladas de alimentos em uma propriedade de um pastor evangélico candidato a vereador.
As cestas básicas seriam entregues para famílias hipossuficientes cadastradas em um projeto administrado pelo político, mas de forma irregular, conforme foi apurado na investigação.
De acordo com o órgão ministerial, o líder religioso utilizou a posição de coordenador do “Projeto Pró-Futuro” para usar a imagem das pessoas cadastradas, bem como solicitou, por meio das redes sociais, que estas gravassem vídeos demonstrando apoio a ele e procurassem as assistentes da organização para receberem materiais.
Ceará Agora