Os indicadores consideram o aumento de casos diários, de internações, de testes positivos, de mortes e de leitos de UTI ocupados entre 15 e 28 de novembro.
O risco “alto” foi identificado em Santa Quitéria, Hidrolândia e outras 30 cidades cearenses. Nelas, a taxa de positividade dos testes, por exemplo, está entre 50% e 75%; e a ocupação de leitos de UTI, entre 80,1% e 95%.
De acordo com a plataforma, o Ceará registrou, nas últimas duas semanas epidemiológicas (47 e 48), 137 novos casos diários da doença pandêmica a cada 100 mil habitantes, nível de alerta “moderado” e com tendência de queda.
A Sesa explica que um indicador está “crescendo” quando há aumento do valor superior a 15% entre as duas últimas semanas epidemiológicas; “decrescendo” quando há redução do valor superior a 15% no período; e “estabilizando” quando apresenta “quaisquer outras situações”.
Diário do Nordeste e IntegraSus