O MPCE afirmou que depois de ser ouvido pelas autoridades policiais responsáveis pelo flagrante, o denunciado confessou o crime, informando com detalhes como as mortes ocorreram, quando mostrou frieza e compreensão da realidade em que vive.
Ainda segundo o órgão, o denunciado tentando justificar os atos, como se tivesse alguma perturbação, disse que achava que o pai era um demônio e que ele era Jesus Cristo, desta forma possuía o direito de matar seus genitores.
Durante a confissão, Rafael informou que ordenou aos pais que se ajoelhassem para que ele executasse os homicídios, que eles tentaram resistir e fechar a porta, mas como o acusado era mais forte arrombou a porta e desferiu várias facadas, que o pai ainda tentou se defender e terminou contando que os pais “esboçaram terror quando estavam sendo esfaqueados”.