Esses “bosques da memória” serão plantados em áreas que precisam recuperar o vigor da vegetação e o habitat para a fauna. As ONGs criaram uma plataforma (
bosquesdamemoria.com) para que os plantios sejam registrados num banco de dados, com localização, quantidade de árvores, espécies e fotos para monitorar o crescimento.
“Vamos manter os bosques vivos. Esse é um compromisso com as famílias”, explica Ludmila Pugliese, coordenadora do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, uma das redes na organização da campanha. As outras duas são a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e a Rede de Ongs da Mata Atlântica, que reúne 280 organizações que trabalham com conservação. É essa capilaridade e a experiência de décadas que permitiu estabelecer a meta de plantio num dos ecossistemas mais degradados do Brasil, hoje reduzido a 11,73% da vegetação original.
DCM