Em discurso no local, ele falou sobre a “satisfação” de voltar ao Ceará e disse que os governadores que “fecharem seus estados” terão que bancar o pagamento do auxílio emergencial. Entretanto, o gestor afirmou que o auxílio emergencial “continuará por mais alguns meses”.
Ele ainda criticou gestões passadas de outros presidentes. "Tínhamos desvios de dinheiro público e obras mal feitas, mas essa época acabou. A pandemia nos atrapalhou bastante, mas venceremos esse mal”, considerou o presidente. Ao chegar no local da obra, sem máscara facial e acompanhado de uma grande comitiva, o presidente saudou apoiadores, que gritavam palavras de ordem contra o governo estadual.
Além de Bolsonaro, discursaram o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, e o deputado federal cearense Capitão Wagner (Pros).
O Povo