O denunciante, que teve a sua imagem preservada temendo represálias, afirmou não serem disponibilizados equipamentos de proteção, como luvas e máscaras e em caso de suspeitos para Covid-19, não haviam sido testados e sem álcool em gel onde trabalham.
Segundo informações obtidas pela reportagem, atualmente seriam cerca de 60 garis, englobando a sede e os que trabalham na zona rural e que também já teriam solicitado uma reunião com o prefeito Braguinha, para falar sobre a referida situação.
Diante da cobrança, a repórter Viviany Morais esteve hoje (16) no local e conversou com o encarregado da Lazio, Luís André. O mesmo afirmou desconhecer o funcionário com um nome que fora divulgado nas redes sociais, todavia a pessoa que compartilhou o conteúdo já teria sido identificada e que a empresa resolveria sobre tal.
À repórter, André apresentou um estoque de máscaras, luvas, botas e álcool em gel, que estão à disposição dos trabalhadores e que sempre pegam quando necessário, havendo um controle que é registrado. Sobre trabalharem com suspeita de Covid-19, o encarregado afirmou que acatou duas pessoas com atestado médico e que a orientação é, em caso de qualquer sinal da doença, já ficarem 14 dias afastados e ressaltando que a construtora presta todo o suporte necessário, inclusive junto ao Centro Covid, para a realização de testagens.