“Seria muito mais fácil a gente ficar quieto ou se acomodar, não tocar neste assunto ou atender, como alguns querem da minha parte, um lockdown nacional”, disse o presidente.
Mantendo a mesma linha que vem adotando desde o início da pandemia, no ano passado, Bolsonaro disse que não aceitará a política do “fique em casa e fecha tudo”. E acrescentou que, como o vírus permanecerá por muito tempo, é preciso buscar alternativas para conviver com a doença.
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