"Quando a gente resgata um animal, dependendo da situação, ele precisa passar por uma avaliação veterinária, muitas das vezes, fazer cirurgia e tudo isso é pago. Nossa conta com o veterinário está muito alta, então meu povo sem doação e sem ajuda, não temos como atender a todos os pedidos de socorro. Infelizmente é triste, mas é a realidade", relatou.
Fundado em 2014, o grupo hoje é composto por um número pequeno de cuidadores voluntários e tem como missão amparar e dar suporte aos bichinhos, por meio da doação de alimentos, medicamentos, vacinas, atendimento veterinário e organização de eventos de adoção. Segundo o presidente Acrísio Vasconcelos, os resgates só deverão retornar quando a situação de local, alimentação e voluntariado se normalizar.
Serviço
Agência 4484, Op. 013, Conta poupança 9.000-5
Maria do Socorro Lima