O bebê, então com aproximadamente 25 semanas, rompeu a parede uterina e esticou as pernas na cavidade abdominal da mãe. Ela, segundo a publicação, não relatava qualquer sintoma de dor ou estranheza. Uma ressonância magnética indicou que o 'buraco' no útero era de 2,5 centímetros.
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De acordo com os pesquisadores, a ruptura uterina é "extremamente rara" e que somente 0,5% de todos os casos de gravidez relatem essa anormalidade. O risco é elevadíssimo, tanto para a mãe quanto para o bebê, visto a proximidade em que o feto fica dos órgãos vitais do organismo que o mantém. A suspeita dos médicos é que a mãe possa ter apresentado um enfraquecimento do tecido do útero uma vez que já foi submetida a outras cinco cirurgias cesarianas.
Após 5 semanas do diagnóstico, a mãe passou por outra cirurgia cesariana para retirar o bebê 'intrometido'. Saudável, o recém-nascido pesava 1,4 kg e não apresentou quaisquer complicações nos seis meses seguintes de acompanhamento pelos médicos. Após a cesária, a mãe foi submetida a outro procedimento para fechar a fissura no útero. Ela teve alta do Hospital Universitário Angers 5 dias após o ocorrido.
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