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O caso é investigado desde o ano passado, quando denúncias de que Gustavo Deboni teria “abreviado a vida” dos pacientes com medicações e desligando respiradores surgiram. Conforme o delegado Sérgio Sousa, as vítimas estavam em estado grave na UTI do Hospital Marieta Konder Bornhausen, entre 2017 e 2019.
No começo deste ano, policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na unidade de saúde para averiguar dados de computadores. Os agentes também foram até o apartamento do médico. Todo o material foi levado ao Instituto Geral de Perícias (IGP).
Metrópoles