Os profissionais do CAPS relataram que o rapaz, de 26 anos, estava acorrentado, mas não apresentava sinais de maus-tratos. A mãe argumentou que essa foi única forma encontrada para conter as crises do filho.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A casa da família é de difícil acesso. Para chegar ao local, a equipe, formada por uma psicóloga, um psiquiatra, uma assistente social e policiais militares, precisaram percorrer cerca de 17 quilômetros a pé.
Quando chegaram ao local, os profissionais avistaram o rapaz acorrentado e conversaram com a mãe. A mulher relatou que o filho já chegou a fugir de casa e se perder na região, devido às crises, e esse foi o único jeito de contê-lo.
O jovem foi atendido por uma médica psiquiatra que fez os primeiros procedimentos de avaliação e aplicação de medicação. A equipe também orientou a mãe sobre o tratamento apropriado para o rapaz.
Jornal de Brasília