Maria Aparecida, a mãe da família, relata que era difícil ver os filhos morando debaixo da árvore. Agora, com a nova casa, a esperança continua e por dias melhores. "Minha esperança continua, mas é muito difícil. Porque nenhuma mãe quer ver seus filhos debaixo de um pé de pau. Eu acho que foi uma vitória muito grande. Eu não esperava por isso. Esperava por uma casinha de taipa. Hoje agradeço a Deus por eu ter uma casa para os meus filhos", afirmou Maria Aparecida da Silva.
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Colchão sujo e frio
No barracão, às margens da rodovia CE-292, a família tinha que se dividir em três redes, colchão sujo no chão e um fogão perto de uma árvore. Em muitas vezes, eles não tinham o que comer. Quando chovia, a água invadia o local.
A situação da família foi descoberta pelo agricultor José Ribeiro, quando ele passava pela rodovia. "Quando eu abri na época a lona eu vi um colchão, uma vara e tinha duas redes em cima em varas. Estava chuvoso e sofri imaginando como as crianças aguentavam aquilo naquele frio", afirmou.
G1 CE