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600 mil pessoas não voltaram para receber 2ª dose da AstraZeneca, diz Ministério da Saúde

600 mil pessoas não voltaram para receber 2ª dose da AstraZeneca, diz Ministério da Saúde

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
18/06/2021 às 09h37 Atualizada em 18/06/2021 às 09h37
600 mil pessoas não voltaram para receber 2ª dose da AstraZeneca, diz Ministério da Saúde
Foto: Reprodução

Efeitos colaterais
O Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro (SindEnfRJ) recebeu relatos de profissionais que atuam nos postos de vacinação sobre a rejeição do imunizante da AstraZeneca devido ao receio de algumas pessoas com relação aos efeitos colaterais do imunizante.

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O vice-presidente Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri, alerta que "é muito frequente o indivíduo apresentar algum sintoma após receber uma vacina". "É o que chamamos de eventos adversos", explica. "Ter um dia ou dois de febre ou mal-estar passa, isso se resolve sozinho. Perto da complicação que a Covid-19 pode trazer, é incomparável", completa. 

Questionado sobre a situação, o Conselho Federal de Medicina disse que, apesar de não ter recebido queixas ou denúncias sobre esses casos, as pessoas devem ser imunizadas com a vacina disponível no posto naquele momento, já que escolher o imunizante e se recusar a tomar outro retarda a proteção da pessoa e a deixa vulnerável desnecessariamente por mais tempo.

As vacinas contra a Covid-19 garantem proteção porque previnem a doença, especialmente nas formas graves, reduzindo as chances de morte e internações. Embora não impeça o contágio e nem a transmissão do vírus, a vacinação é essencial, já que induz o sistema de defesa do corpo a produzir imunidade contra o coronavírus pela ação de anticorpos específicos, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

CNN Brasil