A pedreira, onde a polícia diz que a vítima foi abusada, fica próxima a aldeia Bororó, comunidade indígena em Mato Grosso do Sul, local em que a vítima morava. A menina é da etnia Guarani Kaiowá. Segundo as investigações, ela foi obrigada a beber pinga e levada à força para uma pedreira com mais de 20 metros de altura. O penhasco fica próximo a aldeia Bororo, onde ela morava.
Nesse local, a criança foi abusada pelos cinco envolvidos. De acordo com a polícia, dois adolescentes ficaram responsáveis por embebedá-la. Quando eles chegaram à pedreira, mais adolescente e um adulto estavam à espera. O corpo da criança foi encontrado na manhã do dia 9 de agosto. De acordo com a polícia, pedaços de roupa foram vistos ao longo da pedreira e o corpo da vítima estava dilacerado.
O tio da menina chegou à pedreira quando os abusos estavam em andamento e também violentou a sobrinha. De acordo com a polícia, a menina gritava por socorro e perdeu a consciência durante as agressões e abusos. Quando acordou, os suspeitos resolveram jogá-la do penhasco porque ela recomeçou a gritar.