Entre os presentes, o presidente Francisco Francinildo (Curica), o chefe de gabinete da Prefeitura Renato Pontes, secretário de desenvolvimento econômico Auricelio Bertoldo, secretária de agricultura Dalila Trajano, representante da rede Conectar Neide Souza, a bióloga Marianne Pontes, além de populares e dezenas de trabalhadores e suas famílias, que se alimentaram com o peixe frito e cozido, preparados pelos restaurantes locais.
Os boatos, cuja origem ainda é desconhecida, apontavam de que os peixes de Varjota estariam supostamente contaminados com a doença da urina preta ou Doença de Haff. De acordo com a bióloga Marianne, não há qualquer risco disto ocorrer uma vez que se dá apenas com os frutos do mar, assegurando junto com a Prefeitura 100% de procedência. Testes de laboratórios foram feitos, além de reunião com a Secretaria de Desenvolvimento Agrário para que o mal seja derrubado pela raiz e retorne a garantir o sustento de centenas de famílias.
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Atualmente, 400 pescadores são filiados à colônia e tem recebido o amparo da Prefeitura Municipal, com o fornecimento de cestas básicas, além de momentos e capacitações com profissionais que vêm ocorrendo no intuito de esclarecer a fake news. A situação preocupa dado que maior parte dos produtos são vendidos nas cidades da Região Norte do Estado, e que tem rejeitado a compra diante das informações infundadas.