Indivíduos que se embriagam por ali próximo urinam e até deixam fezes ao lado das bancas, ficando com um odor insuportável e que tem afastado seus clientes. Diante disso, os feirantes pedem água emprestada de comércios para poderem lavar e tentar trabalhar de maneira mais digna.
Há anos, os mesmos já se sentem desprezados pelo Poder Público, que não dá a atenção devida e os jogou no calçadão desde a malfeita reforma do Galpão dos Feirantes, sem planejar um espaço para eles e agora, sendo submetidos a esta situação constrangedora. A categoria espera que providências possam ser tomadas com urgência.