Marculino lutou durante este longo período contra uma bactéria no pulmão, bastante resistente ao tratamento que era feito e na última semana, o corpo médico que o acompanhava optou, diante do quadro e em comum acordo com a família, por deixá-lo em cuidados paliativos, vindo a óbito por volta das 19h.
Natural de Iguatu, chegou em Santa Quitéria em 1976 para trabalhar na extinta Coopita, onde foi técnico agrícola e gerente, responsável por receber algodão, milho e mamona. Também foi bancário do extinto BEC em Itapajé e do Banco do Brasil em São Miguel do Tapuio (PI), até 1988 quando regressava para Santa Quitéria para assumir o banco e no trajeto, sofreu um acidente de moto que o deixou paraplégico.
Na política, foi onde Marculino Neto fez um amplo leque de amizades, ao participar das administrações do ex-prefeito Tomás Figueiredo, de quem era um grande amigo e importante conselheiro. Sua outra paixão era o rádio, onde comunicou por muitos anos na rádio Pioneira AM de Forquilha, onde no estúdio de Santa Quitéria, fazia seus comentários direcionados para a cidade.
Casado com Terezinha Farias, deixou três filhos: João Paulo (in memoriam), Ana Paula e Érika Paula.