A primeira quiteriense a ser imunizada foi a técnica de enfermagem, Ivanir Feijão, que recebeu a aplicação das mãos da própria filha e que durante todo este período, ajudou a proteger outras centenas. Naquele momento, a prioridade era vacinar profissionais da Saúde que estavam na linha de frente no combate à pandemia. De lá para cá, a vacinação avançou. Nesta terça-feira (18),
crianças de 5 a 11 anos começaram a receber o insumo pediátrico da Pfizer/BioNtech.
Já são 30.636 pessoas imunizadas contra a doença, considerando aqueles que receberam duas doses do imunizante ou a dose única da Janssen. As duas doses garantem imunização contra o vírus, mas é necessária a dose de reforço, meses após a segunda aplicação, para evitar com que a imunidade caia com o passar do tempo.
Um ano depois, a guerra contra o vírus, agora representado pela variante Ômicron, continua. A vacina segue sendo a única arma contra aquele que já tirou a vida de 76 quiterienses, bem como devem ser mantidos os protocolos sanitários de prevenção – como uso de máscara, higienização constante das mãos e distanciamento social.