“Se eu for governador eu vou transformar a casa do governador numa instituição para receber famílias carentes. O governador não precisa de uma casa gigante como aquela, com 100 funcionários para estar lá prestando serviço para ele não, pessoal. Governador não é imperador. Estamos num estado pobre”, disse o parlamentar em tom de crítica a valores da obra de requalificação do entorno e construção de um estacionamento no local.
“No Governo do Ceará sobra dinheiro e falta prioridade. A prova tá no tanto de recurso desperdiçado em obras inacabadas e desnecessárias nas últimas décadas. São milhões jogados fora, que poderiam estar sendo utilizados para melhorar a saúde, a segurança e criar oportunidades para os cearenses”, escreveu o pré-candidato.
O POVO