Na maioria dos comércios ouvidos, as pessoas no geral têm optado por adquirir em quantidade ao invés da caixa. Um dos que mais tem comprado o produto são os profissionais da educação. Além da N95, a KN95 tem sido bastante comercializada, apesar de que não possui o mesmo padrão de qualidade do que a outra.
Dependendo da fabricante, as máscaras N95 podem ser utilizadas por um período entre sete e 15 dias, desde que corretamente conservadas. Estudo do Instituto Max Planck, da Alemanha, publicado em dezembro do ano passado, mostra que estes produtos protegem até 75 vezes mais do que os modelos de pano ou cirúrgicos. Para isso, no entanto, é necessário que estejam bem ajustadas, de modo a impedir a passagem de ar pelas bordas da boca ou do nariz.
KN95 e N95: há diferença entre essas máscaras de proteção?
A primeira tem o padrão chinês, embora não tenha o mesmo nível de qualidade. Numa pesquisa feita pelo NIOSH (National Institute for Occupational Safety and Healt – agência federal dos EUA), as máscaras KN95 não têm a eficiência mínima de 95%. Já a N95 tem eficiência maior, em média 95% na filtração.
Embora o uso dessas máscaras não elimine totalmente os riscos, e mais ainda se houver um mau uso. Todavia, seu uso contribui e muito para a proteção do usuário. Desse modo, a ANVISA e o NIOSH resolveram manter como recomendadas para uso, as máscaras tipo PFF2, equivalentes a N95, recomendadas para a prevenção do COVID-19.