“O pilar central da nossa estratégia [de enfrentamento à pandemia] foi a encomenda de tecnologia à Universidade Oxford, hoje com IFA produzido por essa instituição de excelência que é a Fiocruz. Investimos R$ 1,9 bilhão na encomenda tecnológica em uma vacina segura, eficaz, efetiva com resultados surpreendentes”, disse o ministro.
O ministro aplicou doses da vacina em quatro pessoas. A pesquisadora SueAnn Clemens, da Universidade de Oxford, aplicou o imunizante em outras duas pessoas.
O governo brasileiro firmou parceria de transferência de tecnologia entre a farmacêutica AstraZeneca e a Fiocruz. De acordo com o ministério, os primeiros lotes de IFA nacional foram produzidos em julho de 2021. Anteriormente, era necessário importar a matéria-prima para as vacinas contra Covid-19 aplicadas no Brasil.
Além de reforçar a Campanha Nacional de Imunizações contra a Covid-19, as doses brasileiras também poderão ser adquiridas por outros países. “É necessário que a vacina produzida na Fiocruz obtenha o registro emergencial na Organização Mundial da Saúde (OMS)”, explicou Queiroga. As tratativas, neste caso, são feitas diretamente com a instituição de pesquisa.
Metrópoles