“O projeto vai muito bem, caminhando firme. O estado está com tudo pronto para lançar as licitações para implantação da uma adutora que vai ligar o açude à unidade de produção em Santa Quitéria. É um compromisso firme do estado do Ceará, que não se afasta um milímetro disso”, contou.
De acordo com o diretor técnico do projeto, Ricardo Neves, que também é diretor-presidente da Galvani, o Estudo de Impactos Ambientais (EIA) já foi aprovado e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) está em revisão, devendo ser liberado ainda neste mês pelo Ibama. O processo de licenciamento deve ainda incluir a realização de audiências públicas em Santa Quitéria e Itatira e depois a expedição da licença prévia do projeto.
O objetivo é que o Projeto Santa Quitéria produza anualmente 1.050.000 toneladas de derivados fosfatados, que são fertilizantes e produtos para alimentação animal, o que segundo Freire, poderá atender, de forma muito segura, às demandas das regiões Norte e Nordeste e à medida que a economia russa vai sendo castigada por sanções, o Brasil pode perder o seu principal fornecedor de fertilizantes. “Poderemos atender a essas demandas, dando mais segurança aos nossos agricultores e pecuaristas dessas regiões”, disse o executivo.
Na quinta-feira passada (24), representantes da Federação da Agricultura e Pecuária do Ceará (FAEC) e do Consórcio INB-Galvani se reuniram em Fortaleza com a ministra Tereza Cristina, da Agricultura, e esta deu total apoio, ficou encantada com o que ouviu e ficou de marcar um novo encontro em breve com a participação de outros ministros para ajudar nos entraves.