Segundo a diretora da EEEP Gisela Araújo, a coordenação de lá já vinha recebendo relatos de alunos sobre a precariedade da alimentação desde fevereiro e as reclamações já tinham sido repassadas a empresa terceirizada responsável pela alimentação do colégio. Ainda de acordo com ela, “não houve nenhuma negligência, nenhuma omissão por parte da gestão da escola”.
Gisela ainda se comprometeu a buscar sempre a melhoria da alimentação da escola. “Vamos continuar ouvindo os estudantes, porque eles são os principais clientes da alimentação e queremos que essa alimentação realmente seja a melhor”, concluiu.
Para Narcélio Bastos, representante da Crede 7, discussões sobre a alimentação das escolas é algo bastante corriqueiro e o acompanhamento deve ser feito diariamente pela própria escola. “Dialogar sobre o que precisa ser melhorado na escola é um diálogo constante, seja sobre alimentação, seja sobre plano de aula, seja sobre organização. São questões que fazem parte da comunidade escolar, são coisas que as soluções sempre são encontradas assim em diálogos internos”, declarou.