Naquele ano, segundo o TSE, a medida alcançou milhões de eleitores que não participaram das revisões biométricas – que é o procedimento de coleta das digitais do eleitorado pela Justiça Eleitoral, utilizado para identificar eleitoras e eleitores no dia do pleito – praticamente eliminando as chances de fraude.
Como é um procedimento que precisa ser feito presencialmente, foi suspenso como forma de prevenção ao contágio da covid-19 em 2020 e, como a pandemia não acabou, ainda não tem data para que volte a ser exigido. A estimativa é que quase 100% do eleitorado esteja apto a votar com identificação biométrica até as eleições de 2026.
Os títulos reabilitados para voto em razão da medida voltarão à condição de cancelados quando o cadastro eleitoral for reaberto, após as eleições deste ano.