
O Ministério Público investiga a suposta prática do crime de "rachadinha" na Secretaria de Meio Ambiente de Monsenhor Tabosa, ao longo do ano de 2025. A investigação começou em abril deste ano, mirando o prefeito Salomão e o ex-secretário Tony Ferreira. O caso tramita em segredo de justiça.
Denúncias protocoladas na Procap por ex-servidores dão conta de que a devolução parcial dos salários ocorria de forma contínua e sob coação, com a ameaça de perda dos cargos.
Um ex-funcionário, que atuou na pasta entre abril e novembro, com uma remuneração bruta mensal de R$ 1.9 mil, só recebia efetivamente cerca de R$ 900, enquanto o restante era repassado em espécie a Tony. Já no caso de uma outra servidora tinha que devolver mensalmente R$ 1 mil.
Nos fatos encaminhados ao MP, é mencionado que Salomão "detinha pleno conhecimento da prática ilícita, anuindo e permitindo a continuidade da negociata, sem adotar qualquer providência para cessar as ilegalidades ou responsabilizar os envolvidos".
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