É o caso de Recife (PE), Belém (PA), Salvador (BA), Campo Grande (MS), Palmas (TO), Manaus (AM), Maceió (AL), São Luís (MA), Aracaju (SE), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Goiânia (GO), Brasília (DF) e Boa Vista (RR). A Prefeitura de Fortaleza atribui a melhoria ao constante controle vetorial e às visitas domiciliares, independente da quadra chuvosa (quando é mais fácil de o Aedes proliferar-se). “São vedações em massa de caixas d’água, grandes campanhas de recolhimento de depósitos rasteiros que podem se tornar criadouros nos quintais e ações de educação e saúde”, explica coordenador da célula de vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Antônio Silva Lima. Apesar do avanço, a luta contra o mosquito precisa continuar. Do contrário, a infestação pode voltar a subir tão logo as chuvas comecem. “Fortaleza viveu uma grande epidemia no começo do ano e foi feito um trabalho para controlar o avanço da doença. Em geral, não acontecem duas epidemias seguidas. Mas não podemos dar 100% de certeza disso”, pontua o coordenador de proteção e promoção à saúde da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), Manoel Fonsêca. A preocupação é com a possibilidade de o tipo 4 da doença chegar ao Ceará. Amazonas, Piauí, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Goiás já registraram casos da nova modalidade. “Se tiver a introdução desse tipo, está todo mundo vulnerável. E Fortaleza é um centro de difusão de uma possível epidemia”, acrescenta. (O POVO Online/AVSQ).