Nas conversas internas no PSDB apresenta três motivos. Primeiro, lançar seu nome seria ir contra a ampla maioria do partido que prefere a aliança. Em segundo lugar, o gesto só aumentaria a confusão num cenário já bastante confuso e estenderia uma agonia que não levaria a lugar algum. E, por último, criar outra candidatura agora seria ir contra a lógica de unificação defendida o tempo todo pela chamada terceira via.
Não há, na avaliação dele, tempo nem condições objetivas para tal projeto chegar a bom termo. Ao contrário, aumentaria o descrédito – já acentuado – em torno desse campo político. Tasso Jereissati tem ouvido que sem candidatura o partido tende a desaparecer, mas não concorda com a tese, pois mesmo com candidato em 2018 o PSDB teve um péssimo desempenho e se arriscaria agora a algo semelhante ou pior.
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