"A gente não pode esquecer que essa tragédia humana que a gente vive na violência do Ceará tem o DNA, tem as digitais da professora, porque ela foi a coordenadora de um programa falido, fracassado, chamado Ceará Pacífico", disse Girão.
"Então não tem como a gente esquecer, o que a gente tá mergulhado hoje, os comércios fechados, as pessoas tendo que pagar pedágio pra tráfico. (Isso) porque a segurança pública não teve a força, a autoridade dada pelo governador, pra que se fizesse o que tivesse que ser feito", completou o senador, defendendo a "alternância de poder no Estado".
Ainda sobre os nomes do governismo, Girão fez críticas a Camilo Santana ao comentar a situação da aliança PT-PDT para o governo do Estado. "De aliança o governador Camilo entende bem. Ele cooptou muitos partidos, muitas vezes de uma forma equivocada, repartindo secretaria, aumentando quantidade de cargo; quem paga a conta é sempre o mais fraco, desses desmantelos", afirmou.
O POVO